Cronologia


1430

  • Há notícias de que a irmandade de N. Sra do Cabo tinha instalado um farolim predecessor do actual Farol do Cabo Espichel

1520 

  • Indícios da existência de um farol rudimentar numa torre especial do convento existente no Cabo de São Vicente.

1537

  • A irmandade local de cascais ergueu uma torre na ermida de N. Sra da Guia, onde se acendia um conjunto de quatro ou cinco luzes de azeite.

1545 

  • Damião de Góis refere o local do Farol da Guia como o lugar onde se acendiam fachos para facilitar a navegação;

1693 

1758

  • Sob o reinado de D. José iniciou-se um ambicioso programa de sinalização do litoral. Por alvará régio de 1758, o Marquês de Pombal centraliza na Junta do Comércio o programa de construção e manutenção dos faróis. Pela primeira vez há um organismo nacional encarregado da política do sector. É lançado um programa de novas construções que irá produzir frutos nos 20 anos seguintes. 

1761

  • Inauguração do Farol da Guia após a reconstrução e substituição do equipamento da torre da ermida de N. Sra da Guia

1770

  • São construídos e entram em funcionamento os Faróis do Cabo da RocaSão Julião da BarraBugio e Serra da Arrábida. No caso de São Julião e do Bugio aproveitaram-se torres das duas fortalezas que guardavam a barra do Tejo para instalar os faróis, sem perda da respectiva função militar.

1771

1775

1790

1842

1846 

1849 

  • É instituída uma nova organização, centralizando no Ministério da Fazenda o programa de novas construções. São inaugurados os faróis do Cabo de São Vicente, e do Cabo de Santa Maria. Alguns pontos críticos da costa passam a estar sinalizados, caso do extremo ocidental do Algarve e do arquipélago das Berlengas.

1851

1857

1866

  • Com a criação da Direcção-Geral dos Telégrafos e Faróis, dependente do Ministério das Obras Públicas, é lançada nova série de obras que culminará com a entrada em funcionamento dos faróis de Esposende, Santa MartaPonta do Arnel e Cabo de Sines. Datam desta época os primeiros faróis da madeira e dos Açores (Ilha de São Miguel).
  • É reconhecida a necessidade de um Farol em Leça ou Leixões, no Plano Geral de Iluminação Marítima da Costa Portuguesa elaborado, pelo inspector de Faróis Francisco Maria Pereira da Silva 

1868

1870

1876

1880

1892

  • A gestão de faróis passa, definitivamente, a ser da responsabilidade da marinha. Daqui resulta a criação de 39 novas luzes e a reforma de 13 existentes. É neste contexto que são inaugurados os faróis de AveiroCabo RasoSagresNazaréRegufe e Montedor.

1893

1894

1895

1901

1910

  • Inauguração do Farol de Montedor
  • Entrada em funcionamento do Farol da Ponta das Lajes (Açores) com um aparelho iluminante dióptrico de 2ª ordem de rotação.

1912

  • Inauguração e entrada em funcionamento do Farol do Penedo da Saudade, com um aparelho óptico de 3ª ordem, de rotação. A fonte luminosa utilizada era a incandescência pelo vapor de petróleo e a rotação da óptica era produzida por uma máquina de relojoaria;

1913

1914

1915

1918

1920

1922

1923

1924

  • Estabelecimento do Farol do Albarnaz (Açores), sendo equipado com uma dióptrica-cata-dióptrica girante de 3ª ordem.

1926

  • Entrou em funcionamento a título experimental o Farol de Leça, em substituição do farolim da Boa Nova. 

1927

1930

1934

  • Inauguração do Farol das Contendas (Açores), tendo instalada uma óptica de 3ª ordem, grande modelo (500 mm de distância focal) e movida por mecanismo de relojoaria.

1946

  • Entrada em funcionamento do Farol da Ponta da Ilha (Açores), sendo o aparelho óptico de 5ª ordem (187.5mm de distância focal).

1954

  • Programa de construção de novos faróis nos Açores, concretizando a sua extensão a todas as ilhas do arquipélago. São desta época os faróis do Carapacho (Graciosa), Ponta da Garça e Cintrão (São Miguel), bem como o de Rosais (São Jorge). Na Madeira constroem-se os faróis da Ponta de São Jorge e os farolins dos ilhéus Ferro e Chão.

1954

  • Inauguração do novo Farol da Gibalta após o anterior ter sido destruído por uma derrocada. 

1958

  • Erupção do vulcão dos Capelinhos na ilha açoriana do Faial destrói o farol respectivo, cujas ruínas ainda hoje podem ser visitadas. 

1960

1979

1988

  • Centrais controladoras de assinalamento automatizados em Paço d'Arcos, Cabo CarvoeiroLeça e Cabo de São Vicente.
  • Está em curso a instalação de sistemas idênticos nos restantes portos, nomeadamente Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da Foz e Sines